Militar de 25 anos foi detido após vizinhos acionarem a Polícia Militar; segundo a ocorrência, a vítima relatou ter sido empurrada contra uma porta de vidro e ameaçada de vingança.
Um cabo do Exército Brasileiro, de 25 anos, foi preso na noite de sábado (10), suspeito de agredir a companheira, de 26 anos, e impedi-la de sair de casa, no bairro Cristal da Calama, zona Leste de Porto Velho (RO).
Segundo o registro policial, a Polícia Militar foi acionada por moradores que ouviram uma mulher gritar por socorro dentro de uma residência na Rua Aventurina. Ao se aproximarem do portão, os policiais também ouviram os pedidos de ajuda e o homem dizendo que não permitiria que a companheira deixasse o imóvel.
Vítima relatou agressão e ameaça
Conforme o relato da mulher aos policiais, o companheiro a empurrou contra uma porta de vidro, que quebrou com o impacto.
Ainda de acordo com a ocorrência, ao perceber a chegada da equipe, o suspeito tentou impedir a entrada dos militares, empurrou os policiais e resistiu à abordagem. Ele também teria ofendido a equipe e afirmado que era cabo do Exército Brasileiro.
Mesmo depois de ser imobilizado e algemado, o homem teria continuado a ameaçar a companheira, dizendo que iria se vingar dela.
No momento da intervenção, a mulher estava chorando e segurava uma criança no colo, conforme o registro policial.
Militar foi levado à Central de Flagrantes
A unidade militar à qual o cabo pertence foi comunicada sobre a ocorrência. Um subtenente do 17º Batalhão Logístico de Selva compareceu à Central de Flagrantes.
O suspeito recebeu voz de prisão, foi informado de seus direitos constitucionais e apresentado à Polícia Civil, responsável pelas providências cabíveis.
Casos de violência doméstica podem envolver agressões físicas, ameaças e outras formas de violência previstas na legislação brasileira. Informações sobre direitos e canais de atendimento estão disponíveis na página oficial do governo federal sobre o Ligue 180, serviço de orientação e denúncia para mulheres.
A ocorrência será apurada pelas autoridades competentes. O homem é tratado como suspeito, e a responsabilidade criminal depende da apuração dos fatos e do devido processo legal. Com informações do News Rondônia.



